Sobre o artista
Glauco Gonçalves é professor e pesquisador da Universidade Federal de Goiás desde 2016, onde atua como docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Projeto e Cidade (PROCIDADES-FAV-UFG) e no Programa de Pós-Graduação em Ensino na Educação Básica (PPGEEB-CEPAE_UFG).
Membro do Núcleo Interdisciplinar de Patrimônio, Arte e Memória do Museu Antropológico (NIPAM -MU-UFG). Pós-doutorado em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UNB), doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP), onde fez também seu mestrado e graduação. Fundador e diretor criativo do Museu do Depois do Amanhã (MUDDA). Produziu duas exposições artísticas individuais: Orfanato Pictórico (Vila Cultural Cora Coralina, 2025) e Marcha para o Fim do Oeste (CCUFG, 2026.). Seus trabalhos artísticos participaram, dentre outras, de exposições no Programa de Vídeo de Bogotá (Colômbia, 2026), Museu das Bandeiras (GO), Salão Nacional de Artes Visuais de Ubatuba (SP), na Galeria Espaço Piloto (DF), Centro Cultural da UFG (GO) e no Centro Cultural Otto Marques (GO). É colunista da revista Ermira Cultura. Dentre os livros publicados destaca-se “Pandora Pandêmica” (2020); “Da imagem da cidade à cidade como imagem” (2020); “O lucro engole o lúdico” (2018) e “A crise da cidade em jogo: O futebol na contramão em ruas da Penha.” (2014).
Sobre o artista
Glauco Gonçalves é professor e pesquisador da Universidade Federal de Goiás desde 2016, onde atua como docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Projeto e Cidade (PROCIDADES-FAV-UFG) e no Programa de Pós-Graduação em Ensino na Educação Básica (PPGEEB-CEPAE_UFG).
Membro do Núcleo Interdisciplinar de Patrimônio, Arte e Memória do Museu Antropológico (NIPAM -MU-UFG). Pós-doutorado em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UNB), doutor em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP), onde fez também seu mestrado e graduação. Fundador e diretor criativo do Museu do Depois do Amanhã (MUDDA). Produziu duas exposições artísticas individuais: Orfanato Pictórico (Vila Cultural Cora Coralina, 2025) e Marcha para o Fim do Oeste (CCUFG, 2026.). Seus trabalhos artísticos participaram, dentre outras, de exposições no Programa de Vídeo de Bogotá (Colômbia, 2026), Museu das Bandeiras (GO), Salão Nacional de Artes Visuais de Ubatuba (SP), na Galeria Espaço Piloto (DF), Centro Cultural da UFG (GO) e no Centro Cultural Otto Marques (GO). É colunista da revista Ermira Cultura. Dentre os livros publicados destaca-se “Pandora Pandêmica” (2020); “Da imagem da cidade à cidade como imagem” (2020); “O lucro engole o lúdico” (2018) e “A crise da cidade em jogo: O futebol na contramão em ruas da Penha.” (2014).